sexta-feira, 25 de setembro de 2009

FotoFlexer

A dica de hoje vai para quem não costuma utilizar Photoshop ou está usando um computador que não tem o programa instalado: um editor de imagens online muito bom, o FotoFlexer.


Claro que ele não oferece todas as ferramentas do Photoshop (daí seria pedir demais, né?), mas quebra o maior galho. O FotoFlexer oferece desde ajustes mais básicos até distorções e opções mais elaboradas - e o melhor: é rápido, fácil de usar e também está disponível em Português! E mais: se você criar um login (que é gratuito), poderá criar álbuns para armazenar e organizar suas fotos.


> CARREGANDO IMAGENS


O FotoFlexer oferece várias opções para fazer upload de imagens, mas algumas delas exigem que você seja registrado (caaalma: se você só quer trabalhar em uma foto que está salva em seu computador, não precisa fazer o registro). Você pode enviar fotos do seu computador, capturar imagens através do endereço URL, ou ainda sincronizar sua conta no Facebook, Flickr, Picasa e MySpace para ter acesso às imagens que estão hospedadas lá.




> EDITANDO


Após carregar a imagem que você deseja, será possível editá-la normalmente. Posicione o mouse sobre ela para que surja uma aba com algumas opções. Clique em Editar e você irá para a tela de edição, lembra um pouco a tela de edição de outros aplicativos do gênero.

Lá você encontrará oito abas diferentes, que reúnem diversas ferramentas e estão divididas da seguinte maneira:

Básico – contém ferramentas para seleção, recorte e posicionamento das imagens (girar, inverter). Aqui você também encontra as ferramentas para desenhar, apagar, preencher (balde de tinta) e capturar cor da imagem.

Básico

Camadas – esta aba representa uma grande evolução entre os editores online de imagens, pois você poderá usá-la para adicionar novas imagens àquela que já está editando, o que permite que sejam feitas montagens. Aqui você também poderá definir o nível de opacidade de suas imagens e definir a posição delas na colagem, agrupar, desagrupar e/ou fundir uma foto com as demais.

Camadas

Fáceis – nesta aba começam os aplicadores de filtros e efeitos que darão um visual todo especial às suas imagens. Eles são fáceis de usar: basta que você clique sobre eles para que sejam aplicados, instantaneamente.

Fáceis

Estilos – aqui você poderá definir um estilo para sua imagem e definir valores personalizáveis.

Estilos

Distorcer – como o próprio nome sugere, aqui você poderá distorcer suas imagens. Existem oito ferramentas de distorção divididas em cinco grupos: Torcer, Alargar, Afinar, Esticar e Encolher. Ao selecionar uma ferramenta, você também poderá definir algumas de suas características.

Distorcer

Embelezar – esta é a seção do FotoFlexer responsável por deixar suas fotos mais bonitas. Você encontrará aqui um recurso de auto-reparo, ferramenta para correção de olhos vermelhos, suavizar ou aguçar fotos, reparar manchas e remover imperfeições.

Embelezar

Decorar – nesta aba você pode dar um toque divertido à sua imagem. Além de criar cartões comemorativos, você pode também inserir figuras (estrelas, corações, caveiras, etc.), texto, balões de diálogo e molduras.

Decorar

Avançado – por fim, na última aba você terá acesso a ferramentas de edição um pouco mais complexas.

Avançado


> SALVANDO

Agora você pode salvar sua imagem. Clique em Salvar e uma nova janela será aberta. Além do próprio FotoFlexer, você poderá guardar sua imagem no Facebook, no Picasa ou no Flickr. Basta se conectar ao serviço através do FotoFlexer (como expliquei acima) e pronto.

Para salvar no seu álbum do FotoFlexer, apenas selecione o formato do arquivo e clique sobre ele, Salvar como JPG ou Salvar como PNG e pronto.

Salvando a imagem no FotoFlexer

Depois disso, é possível escolher entre enviar a foto por e-mail – Enviar Email com esta foto, baixá-la para o seu computador – Download, abrir seus álbuns – Álbuns de Fotos, ou então clicar em OK e voltar para a tela de edição.

Escolha o que fazer depois de salvar uma imagem



> CRIANDO ÁLBUNS

Para organizar melhor suas fotos editadas no FotoFlexer, você pode criar quantos álbuns quiser. Utilize o campo Ações do Álbum no canto direito superior da tela: será possível atualizar (1), criar (2), excluir (3) e, por fim, fazer o download do álbum completo (4).

Atualize, crie, exclua e faça download dos seus álbuns

Para mover fotos entre álbuns (e também para outros serviços que estiverem conectados através do FotoFlexer), posicione o cursor do mouse sobre a foto e então clique em Mover. Na nova janela foi aberta, escolha o álbum ou o serviço para qual deseja enviar a imagem.

Mova imagens entre álbuns e também para os demais serviços sincronizados com o FotoFlexer


Adaptado daqui.

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Francesca Woodman

Foi por puro acaso que me deparei com as fotografias de Francesca Woodman. Achei-as profundas e intrigantes, e comecei a pesquisar um pouco mais sobre a vida da fotógrafa. Qual foi a grande surpresa? Uma carreira relativamente curta: Woodman cometeu suicídio aos 22 anos de idade.

Ela se tornou conhecida por suas fotos em preto e branco, que têm como tema principal o corpo e retratam ela própria e outras mulheres em cenários melancólicos e sombrios.


[untitled] (1977-78)


> BIOGRAFIA DE UMA BREVE EXISTÊNCIA

Filha e irmã de artistas, Francesca nasceu em 03/04/1958 em Denver (Colorado - EUA). Começou a fotografar aos 13 anos, e logo adotou como padrão a utilização de filmes em preto e branco. Aos 17, ingressou na Rhode Island School of Design (RISD).


Algum tempo após seu ingresso na RISD, ela foi contemplada com o Programa de Honra da instituição - o que lhe permitiu estudar em Roma por um ano. Durante o período em que esteve na Itália (1977-78), Francesca costumava freqüentar a livraria e galeria Maldoror, especializada em livros de arte surrealista e futurista. Foi lá que ocorreu sua primeira exposição individual, e foi também o local onde ela começou a manter contato com um jovem grupo de artistas, que ficaria conhecido como a nova geração da Roman Transavanguardia.

Após voltar aos Estados Unidos e concluir seus estudos na RISD, Woodman se mudou para Nova York. Na tentativa de seguir adiante com sua carreira, ela enviou portfólios a vários fotógrafos de moda, mas não obteve nenhum retorno.


No verão de 1980, ela passou a ser uma artista residente da MacDowell Colony, em Peterborough (New Hampshire - EUA). No final daquele mesmo ano, ela cairia numa profunda depressão, causada pelo desapontamento com sua carreira fotográfica e pelo fim de um relacionamento amoroso.


Em 19/01/1981, Francesca Woodman pulou da janela de seu apartamento em Nova York. Seu primeiro livro
("Disordered Interior Geometrie") havia acabado de ser publicado, cerca de uma semana antes de sua morte.


> TRABALHOS

Estima-se que Francesca tenha deixado um legado com cerca de 800 fotografias e vídeos, dos quais apenas 120 já foram publicados em livros ou mostrados em exposições.


Muitas de suas imagens não possuem título, sendo identificadas somente pela data e local onde foram feitas. Abaixo, uma seleção que reúne algumas de suas fotografias mais famosas:


Self portrait at thirteen (1972-75)

[untitled] (1975-76)
Francesca aparece fantasiada como a Alice de Lewis Carroll


House #3 (Providence, 1975-76)

Sloan (março de 1976)

[untitled] (Roma, 1977-78)

[untitled] (1980)


Mais fotos de Francesca Woodman podem ser vistas aqui e aqui.
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Técnicas fotográficas avançadas: luz natural

Mais de uma vez eu falei por aqui que é melhor fotografar sob luz natural e evitar usar o flash das câmeras automáticas. No entanto, nem toda luz natural é boa, e nem sempre é possível fotografar sem o auxílio do flash.

Uma grande quantidade de luz nem sempre garante uma boa foto - sequer chega a garantir uma foto bem iluminada, por mais estranho que isso possa parecer. Se você resolve fotografar ao meio-dia de um dia ensolarado, o assunto da foto poderá ficar escuro (dependendo do seu posicionamento) e você precisará usar um
flash de preenchimento.

A boa utilização da luz natural
cria efeitos interessantes (foto:
Geroco)


Por mais que tenhamos a melhor das intenções, quando se trata de iluminação isso não é o bastante. É preciso conhecer os diferentes tipos de luz natural para saber aproveitar seus benefícios em qualquer situação.


> NÃO SE DEIXE ENGANAR PELO CLIMA


Qualquer clima
é adequado para fotografar, e até mesmo os dias mais "feios" podem resultar em imagens fantásticas.

Para retratos, prefira sempre dias nublados. Nesses dias a luz é mais difusa, o que evita sombras duras nos contornos do rosto e corpo. Dias nublados também são ótimos para fotografar flores e plantas.

Foto: jk10976

Está chovendo? Não há motivo para desânimo. Poças d'água no asfalto refletem o céu e a luz dos faróis e dos semáforos: é a condição ideal para transmitir a sensação de movimento. Só tome cuidado para não molhar sua câmera!

O clima pode alterar drasticamente o "humor" de uma fotografia. Em um dia nublado, o mesmo local pode parecer completamente diferente dos dias ensolarados. Aproveite todas as condições climáticas: neblina, chuva, neve (isso é: se você tem a sorte de morar em um país onde neva no inverno).



> MELHORES HORÁRIOS PARA FOTOGRAFAR COM LUZ NATURAL


Nem sempre podemos nos dar ao luxo de sentar e ficar esperando uma boa luz para começar a fotografar. Mas se você já sabe o que vai encontrar pelo caminho, pode programar seu dia de acordo com a luminosidade de cada horário do dia.

  • Você está viajando e quer uma foto panorâmica para recordar a cidade? Evite horários próximos ao meio-dia. Se puder, fotografe paisagens ao amanhecer ou pôr-do-sol;
  • Se a intenção é fotografar construções arquitetônicas, o melhor momento é após as 16h dos dias ensolarados. Após esse horário, a luz incide lateralmente sobre os objetos, o que ressalta sua textura;
  • Para fotografar lagos, dias calmos e com pouco vento são ideais. Você conseguirá registrar bons reflexos;
  • A iluminação de um final de tarde ensolarado permite que você capture imagens com um tom mais romântico. Aproveite as silhuetas e brinque com as formas.
Foto: Firenzesca


> AMBIENTES INTERNOS

Não existe regra nem horário para fotografar ambientes internos sob luz natural. Isso vai depender da idéia que você quer transmitir através da foto e, claro, da quantidade de luz disponível.


De maneira geral, você deve levar em conta duas coisas ao fotografar em ambientes internos. Se você quer uma imagem mais dramática, escolha um horário ou local que não tenha muita luz disponível. Para um efeito mais suave, aposte na luminosidade. Vejamos os exemplos abaixo:


Tirei esta foto em uma tarde nublada: a Megan e o banquinho já estavam posicionados; notei que a luz que entrava pela janela destacava seu corpo, e aproveitei o momento para registrar uma cena com uma atmosfera mais dramática.

Esta outra foi tirada no mesmo dia, horário e ambiente, só que a Donna estava em um canto mais iluminado da sala. Ela estava deitada no sofá sobre um edredon que formava um fundo interessante e criava algumas sombras. Toda a cena ficou bem iluminada, mas de forma muito suave. A diferença é grande, não?

Em ambientes internos você pode controlar a quantidade de luz que fará parte de uma cena. Tire proveito de janelas, portas e cortinas para criar sombras e muitos outros efeitos interessantes.
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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Monte seu próprio laboratório para revelar fotos

Há alguns dias eu falei sobre câmeras pinhole e montei um tutorial para explicar como fazer uma dessas. Se você ainda não tinha feito sua câmera só porque não tinha onde nem como revelar suas fotos, agora não tem mais desculpa: mostrarei hoje como montar seu próprio laboratório!

Laboratório fotográfico tradicional

Não é algo tão simples, mas também não é nada impossível: com um pouquinho de dedicação, qualquer um que não esteja familiarizado com esse tipo de processo conseguirá montar um laboratório e revelar suas fotos sem problemas. Se você tiver um amigo que também pretende fotografar com uma câmera pinhole, vocês podem dividir os custos com material e montar um único laboratório para revelar todas as fotos.


> VOCÊ PRECISARÁ DE...
  • um ambiente (de preferência um banheiro) onde a entrada de luz possa ser vedada
  • lona preta, blackout ou algo do tipo (para isolar a luz)
  • revelador para papel fotográfico
  • fixador para papel fotográfico
  • 4 bacias plásticas (não deverão ser usadas para armazenar alimentos depois disso)
  • 1 luminária para lâmpada incandescente
  • 1 lâmpada incandescente fraca (pode ser 40W)
  • papel celofane vermelho
  • fita isolante
  • 1 folha de papel-cartão preto
O ambiente escolhido para realizar o processo não precisará servir como laboratório para todo o sempre. A lona ou blackout (que pode ser encontrado em lojas de tecidos) podem ser colocados e retirados quando você desejar.

O revelador e o fixador você encontra em lojas de equipamentos fotográficos, ou até mesmo em
laboratórios express de marcas como Fuji e Kodak. Locais que vendem filmes fotográficos tradicionais provavelmente oferecem esses produtos também, e você deve conseguir comprar tudo com cerca de R$20,00.

Os demais itens você deve ter em casa, ou os encontra facilmente em qualquer supermercado (exceto o papel celofane e o papel-cartão, ambos à venda em gráficas).



> MONTANDO SEU LABORATÓRIO


Para começar a montar o laboratório, isole o ambiente que você escolheu: cubra as janelas e frestas da porta com lona preta ou
blackout. Feche a porta, apague a lâmpada, e veja se a luz consegue entrar por algum ponto. Se forem pontos pequenos, cubra-os com fita isolante; se forem frestas maiores, ajeite a lona de forma a encobri-las.

Como o papel fotográfico não é muito sensível ao espectro vermelho da luz, a luminária servirá para que você não fique completamente no escuro dentro do laboratório enquanto trabalha. Para montar a lâmpada de segurança, faça um cone com o papel-cartão (a parte mais larga deve ficar um pouco afastada da lâmpada e a parte mais fina deve envolver o soquete). Ligue a lâmpada e passe fita isolante em qualquer ponto onde a luz escape do cone. Depois, dobre a folha de celofane vermelho algumas vezes (para que filtre melhor a luz), e fixe-a com fita adesiva ou elástico ao cone (imagem à esquerda).


> REVELANDO AS FOTOS


Coloque as quatro bacias lado a lado (se você estiver fazendo isso num banheiro, poderá substituir uma das bacias pela pia), prepare as soluções de acordo com as instruções das embalagens dos produtos químicos, e posicione-as da seguinte forma:


1) revelador


2) banho de água com vinagre


3) fixador


4) banho de água


O tempo de permanência do papel fotográfico em cada solução é indicado na embalagem dos produtos químicos. Para revelar a imagem, abra sua câmera de lata dentro do laboratório escuro, apenas com a luz de emergência acesa. Retire o papel fotográfico de dentro da câmera e mergulhe-o em cada uma das soluções, prestando muita atenção ao tempo de espera. Feito isso, tire sua foto de dentro da última solução e grude-a numa parede de azulejos ou num espelho; ela deverá ficar ali até secar bem.


Pronto! Agora você tem um laboratório fotográfico improvisado, onde poderá revelar imagens em papel fotográfico preto e branco.
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Ajuste sua câmera antes

Quantas fotos você já deixou de tirar por que sua câmera estava completamente desconfigurada e você não teria tempo de ajustar nada? Eu sei: também já perdi muitas por causa disso.

Até que um dia eu decidi ajustar a câmera de acordo com as condições do local para onde estava indo... aha! E digo: essa é daquelas coisas que a gente pensa: "Por que nunca fiz isso antes? É
tão simples!"

Só foi possível tirar esta foto
porque eu já estava com a câmera ajustada


Vejam a foto acima: ela não estaria aqui se eu não tivesse ajustado minha câmera antes. Estava eu caminhando pelas ruas de Porto Alegre no final da tarde de um sábado; no cruzamento da Venâncio Aires com a João Pessoa, olhei para o céu lá no fundo e quis registrar a cena. Mas a sinaleira estava quase fechando e mais pessoas vinham em minha direção, o que atrapalharia minhas pretensões. Em poucos segundos, enquadrei a cena e apertei o botão - e foto acima é a única que consegui tirar. Tá certo que não é uma foto magnífica, mas ela está aqui para mostrar como faz diferença ter a câmera preparada nessas horas.


> QUANDO AJUSTAR?


Quando você mudar de ambiente. Mas calma: não é preciso passar o dia inteiro mexendo na máquina!


Antes de sair de casa pela manhã, dê uma olhada para fora e pense qual será o ajuste ideal para essas condições. Se você vir um cachorro fazendo pose numa janela ou um garoto fazendo malabarismo na esquina, é só sacar a câmera, apontar e fotografar.

Faça o mesmo ao entrar no escritório para trabalhar, e também quando você estiver voltando para casa. Se você muda muito de ambiente todos os dias, não precisa ajustar a câmera a cada instante. Cabe a você analisar quais são os momentos-chave do seu dia, aqueles em que realmente há chance de algo acontecer. Dessa forma, você fará apenas dois ou três ajustes diários em sua máquina - e nunca mais se lamentará por ter perdido uma cena incrível.



> O QUE AJUSTAR?


Não perca tempo tentando definir a distância focal ou o ajuste do brilho, pois você não terá como adivinhar a que distância o sujeito estará de você e outras coisas do tipo. Vamos nos concentrar em quatro ajustes principais:
White Balance, ISO, Flash e Foco.

  • White Balance
Como está o dia lá fora: nublado ou ensolarado? Se você passará algum tempo em ambiente fechado, qual é o tipo de lâmpada desse local: tungstênio ou fluorescente? Basicamente, é nisso que você deve prestar atenção para ajustar o WB de sua câmera.

Um ajuste incorreto de WB pode estragar uma foto

(veja aqui o que é e como usar o WB)

  • ISO
Em poucas palavras, pode-se dizer que o ajuste do ISO será feito de acordo com a luminosidade do ambiente. Quanto mais luz disponível, menor será o valor do ISO e vice-versa. Entretanto, quanto maior o valor do ISO, mais ruído a imagem terá.

Utilize os seguintes valores:

-> 100 ISO
para sol bem forte
-> 200 ou 400 ISO
para ambientes internos com luz + flash
-> 400 ISO
para dias nublados
-> 800 ou 1600 ISO
para fotos internas ou sob holofotes

  • Flash
Vocês sabem que eu não gosto nem um pouco de utilizar o flash em câmeras automáticas, mas algumas situações exigem seu uso. Se você vai para algum lugar que possui pouca iluminação, como um parque à noite, talvez seja melhor deixá-lo ligado.

(veja
aqui como e quando você deve utilizar o flash)

  • Foco
Dentre tantas opções disponíveis para ajustar o foco, o mais indicado é que você deixe sua câmera no modo Multi AF. Isso distribuirá o foco pela cena inteira, e você não correrá o risco de que o assunto da foto saia borrado devido a um ajuste de foco mal feito.
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terça-feira, 8 de setembro de 2009

ShareMag chega à sua 3ª edição

Eu já falei algumas vezes sobre a Share Magazine aqui no blog, e falarei ainda outras tantas porque sou fã assumida dessa publicação.

Pois bem: já está disponível a ShareMag #03.

Assim como na edição anterior, a revista conta com a minha colaboração na seção
"O Movimento Inverso na passagem analógica para digital", que tem por objetivo mostrar o trabalho de fotógrafos profissionais que utilizam equipamento amador.

O princípio da ShareMag é a liberdade total de que dispõem seus colaboradores quanto a publicação dos artigos. O diretor da revista, José Carlos Marques, deve ser parabenizado por tal mérito e pela notável dedicação à publicação, que na minha opinião é simplesmente impecável.

Meu artigo, publicado nas páginas 6 e 7


> Para conferir na íntegra a edição #03 da ShareMag, clique aqui.

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Câmeras fotográficas antigas (parte III - 1900-1923)

Este é o terceiro e último artigo da série "Câmeras fotográficas antigas", onde falarei um pouco sobre o período que vai de 1900 a 1923. Veja também o primeiro e o segundo artigos publicados, que mostram o período de 1840 a 1900.

Camera panorâmica Al Vista - 1900

Depois de 1900, a aventura da fotografia prosseguiu com a consolidação e o aperfeiçoamento das técnicas e equipamentos inventados durante o XIX. As máquinas já eram suficientemente pequenas, portáteis e relativamente acessíveis, mas ainda bastante diferentes das nossas modernas câmeras fotográficas. Durante as duas primeiras décadas do século XX, foram inventados e/ou adotados técnicas e formatos que predominaram até o surgimento da fotografia digital: os filmes em película de celulóide de 35 mm, as emulsões a cores, o sistema reflex e as câmeras fotográficas de corpo metálico.

Ainda que, no Congresso de Paris de 1889, os formatos das chapas,
as aberturas das objetivas e as velocidades de obturação tenham sido normatizados, ainda estavam à venda numerosos formatos de películas fotográficas. Alguns fabricantes faziam questão de usar formatos próprios, patenteados por si mesmos. As chapas de 6x6 cm ou 6x9 cm (por exemplo) eram muito comuns, mas era necessário que fossem colocadas na máquina uma a uma - o que tornava o processo de fotografar bastante lento, limitando o tamanho das câmeras.


Câmera de repetição New Gem - 1901


Câmera Challenge Dayspool nº1 Tropical - 1903

O filme de 35 mm criado pelo fundador da Kodak, George Eastman, a princípio não foi bem aceito no meio fotográfico. Curiosamente, foi adotado antes pelo cinema e só em 1913 passou a ser empregado em fotografias, com a câmera Tourist Multiple. Contudo, o filme só se popularizou depois do lançamento da Leica (1925), e desde então tornou-se um dos formatos mais utilizados; ainda hoje, seu uso é amplamente difundido.

Com a difusão do filme de 35 mm, o tamanho das câmeras foi reduzido. Os fabricantes passaram a utilizar metais
(aço, alumínio, latão, etc.) para construir o corpo dos equipamentos, abandonando progressivamente a madeira - mais frágil e sensível a variações de temperatura e umidade.

Os modelos em madeira - conhecidos pela designação Tropical - continuaram a ser fabricados, mas a procura por esses artefatos diminuiu. O aço passou a ser o material empregado na maioria das máquinas, e as várias marcas existentes no mercado produziam câmeras cada vez mais semelhantes. Ainda assim, alguns fabricantes continuaram a apostar na diferença e na extravagância...


Outra inovação desta época foi o sistema de visualização reflex, que mostra ao fotógrafo a imagem no visor como é captada através das lentes. A camera Graflex (1907) foi uma das primeiras a surgir com esse sistema - que só seria popularizado pela fabulosa Ermanox. E foi a partir desse ponto que
as câmeras começaram a se parecer com as que conhecemos atualmente.


Câmera Kodak Nº 4 "Screen Focus" Modelo A - 1904

Câmera Quta Modelo B - 1906

Camera Graflex - 1907

Câmera Expo - 1911
Câmera Tourist Multiple - 1913

Câmera UR Leica - 1913

Câmera-espingarda Eastman - 1915

Câmera-aeroplano Williamson - 1915

Câmera Makina Modelo 1 - 1920

Câmera Cosmos 35 - 1922 e câmera Sico - 1923
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Mais dicas para ajustar suas fotos no Photoshop CS3

Hoje conto novamente com a colaboração de um autor convidado aqui no Ajuste o Foco: o Jean Carlo, do Canal Adobe Photoshop.









> EFEITO DUOTONES


Eu gosto muito de aplicar o efeito Duotone em fotografias, e neste tutorial vou mostrar como você pode aplicar este efeito para deixar suas fotografias com uma tonalidade belíssima e com aquela "pitada" de nostalgia. Esse efeito fica muito interessante em fotografias de carros, praias, estradas, etc.

1 -
Abra a fotografia. Em seguida, iremos deixar a fotografia no modo Tons de Cinza (Imagem / Modo / Tons de Cinza). Clique em Descartar (Discard) para descartar as cores da fotografia.


2 - Vá em: Imagem / Modo / Duotones. Clique no menu Tipo e escolha Duotônico. Uma dica valiosa é usar cores mais claras para as luzes e mais escuras para as sombras. Usaremos um Azul Marinho em Tinta 1 e um Azul Claro em Tinta 2.

Note que ao lado da cor existe um quadrado com um traço diagonal. Ele funciona como a caixa Curvas, e você pode clarear ou escurecer partes da fotografia. Clique no quadrado para abrir a janela de configuração.



3 - Na janela Curva Duotônica, vá mexendo na linha de curva tonal. Quando estiver satisfeito, clique em OK. Repita o processo na outra cor.


Resultado Final:


Outro exemplo:



> DICA

Você pode usar as cores que quiser e as configurações de curvas duotônicas da maneira que achar melhor. Faça testes, experimente várias cores, e você conseguirá imagens lindas.


Créditos da fotografia:
Auburnxc




> Para conhecer melhor o trabalho do Jean Carlo, visite o Canal Adobe Photoshop.
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