sexta-feira, 31 de julho de 2009

Para que serve o AF illuminator?

Há alguns dias, a Mau (do blog Fragmentos do Dia) comentou que tinha certa dificuldade para fotografar a cadelinha dela: em parte por que a Nina é tímida, mas também por causa daquela luzinha vermelha.

A famosa luzinha vermelha (foto: Nick See)

Mas você sabe para que serve essa luzinha (cujo nome é AF illuminator)? É necessário deixá-la ligada o tempo todo?


> AFINAL, ISSO SERVE PARA QUE?

A tradução de AF illuminator é algo como iluminador auto-foco. Ele é disparado para que a câmera calcule a distância de você até o assunto que pretende fotografar, e isso ajuda no ajuste do foco.

A luz emitida nem sempre é vermelha: também pode ser branca ou laranja, dependendo do modelo da câmera. Até não muito tempo atrás, esse recurso era mais comum em câmeras fabricadas pela Sony; agora é mais fácil encontrá-lo em marcas como Olympus e Canon.


> QUANDO USAR?

O AF illuminator é ideal para fotografar em ambientes pouco iluminados ou completamente escuros - logo, você não precisa deixá-lo ligado durante o dia ou em ambientes claros.

Ao ativar o AF illuminator, as chances do assunto da foto sair desfocado diminuirão. Claro que também é possível resolver isso de outra forma, caso sua câmera não possua esse recurso ou você simplesmente não queira usá-lo: ajuste a distância do foco manualmente (veja aqui como fazer isso), ou faça uso da luz do flash.

Para testar a eficácia da luzinha vermelha, tirei duas fotos com minha câmera: uma com o AF ligado, outra com ele desligado. Ambas foram tiradas sem flash, tendo como fonte de luz apenas a televisão, ISO 800; para ampliar, clique na imagem. (e antes que alguém pergunte: sim, essa é minha sala!)

Foto sem AF illuminator: pouca definição, as cores não se destacam

Foto com AF illuminator: maior nitidez, a captura de cores
fica mais próxima daquilo que vemos com nossos próprios olhos


Aliando o iluminador AF ao flash, você conseguirá estender o alcance do foco quando houver pouca luminosidade disponível. Ou seja, se apenas com o flash sua câmera conseguiria fotografar nitidamente um objeto que está a três metros de distância, com o auxílio do AF illuminator o alcance poderá chegar a quatro ou cinco metros.

Uma das coisas que você deve ter em mente é que esse recurso exige bastante da bateria de sua máquina. Se você está viajando e não tem bateria reserva, é melhor evitar utilizá-lo. Para desativá-lo, vá até o menu configurações (ou setup) de sua câmera - lá deverá estar disponível a opção de deixar o AF em modo automático (auto) ou desligado (OFF).
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segunda-feira, 27 de julho de 2009

10 dicas básicas de fotografia digital

Conhecer as funcionalidades de sua câmera e conseguir fotos melhores é muito mais fácil do que parece. Com essas 10 dicas simples, você sentirá uma grande diferença no resultado final:


1
ENQUADRAMENTO


Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Desclocar o objeto principal da imagem para algum ponto que
não seja o centro pode fazer toda a diferença e deixá-la ainda mais interessante.

Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como se fosse um jogo da velha (algumas câmeras oferecem esse recurso, que pode ser visualizado na tela de LCD; verifique as configurações da sua). Na fotografia, isso também é conhecido como "a regra dos terços".

Posicione nas intersecções das linhas os pontos que você considera mais interessantes na cena. Nas linhas propriamente ditas também podem ser mostrados pontos de destaque, como por exemplo os olhos de uma pessoa ou o horizonte.


Exemplo de aplicação da regra dos terços (foto: Cláudia Regina)


2 FLASH DESNECESSÁRIO

Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Disparar o flash muito em cima do assunto pode deixar a foto clara demais; muito longe, escura.

Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, que geralmente fica entre três e cinco metros (às vezes um pouco mais). Não adianta deixar o flash ligado se o foco é um objeto que está 30 metros longe de você.

Um bom exemplo de uso desnecessário do flash é quando se está fotografando um show: é um caso em que não há necessidade alguma de iluminação extra. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto; usar o flash só vai iluminar as cabeças de quem estiver à sua frente.



3 FLASH NECESSÁRIO


Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash se faz necessário. Em uma foto contra a luz do sol, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento, para deixar nítidos certos detalhes e evitar a formação de sombras.


Quando você tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, note que a luz fica brilhante e somente a silhueta da pessoa aparece. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando todos os pontos da foto visíveis.


Foto sob luz natural, sem utilização de flash

Foto sob luz natural, com flash de preenchimento


4 CUIDADO COM O FUNDO

Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar uma foto. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano.


Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou desviar a atenção do tema central da foto. Um erro engraçado, porém muito comum, é fotografar alguém em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça.



5
RETRATOS


Aproxime-se. Quando o assunto da foto é seu amigo, o que se quer mostrar é seu amigo, ora!

Não tenha medo de chegar mais perto. Se você quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça do seu amigo: a essa distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não deve acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito no centro da foto.


Imagem: Photo Board


6 OLHE NOS OLHOS

Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário para ficar ao nível dela.



7 FOTOS VERTICAIS

Muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o ele possuir mais linhas verticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera de forma a obter uma imagem mais comprida do que larga.


Foto: Chris Jacobs


8 APROVEITE A LUZ NATURAL

Não há luz mais bela que a do sol: sempre que puder, aproveite-a. Posicione-se de maneira que a fonte de luz fique atrás de você: aquilo que está sendo fotografado ficará bem iluminado (e com aspecto mais natural). Muitas vezes, um simples passo para o lado pode fazer toda a diferença.


A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavizar contornos; aproveite esses dias para tirar retratos.


Como falei há pouco, é preciso ter muito cuidado ao usar o flash. A luz dele é muito forte, e isso pode deixar rugas e imperfeições aparentes. Já notou como todo mundo fica feio em foto 3x4? Eis a resposta.



9
COR


A maioria das câmeras digitais permite fazer ajustes no controle de cor (também conhecido como
white balance ou WB). Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz (lâmpada fluorescente, incandescente, luz natural, etc). Portanto, deixar que a câmera faça esse ajuste automaticamente não é o mais indicado para quem quer fidelidade.

A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. Essa tonalidade nos passa uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos.


Foto tirada com diferentes ajustes de WB

Teste todas as opções de WB de sua câmera; dessa forma, você saberá quando utilizá-los, e poderá se valer disso para criar alguns efeitos especiais.


10
EXPERIMENTE


Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera para saber do que ela é capaz, e teste todas as configurações possíveis.

A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser.




Agradeço a colaboração do Érico, do blog
Nerds da Távola Redonda.
Fonte

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Mostra reúne expoentes da nova fotografia francesa no Santander Cultural

Mais uma dica para quem mora em Porto Alegre ou vai passar por aqui nos próximos meses: a exposição Reflexio: Imagem contemporânea na França, que está rolando no Santander Cultural. De acordo com Ligia Canongia, crítica de arte e curadora independente brasileira, um dos objetivos da mostra é “oferecer um panorama da nova fotografia francesa no âmbito das artes visuais contemporâneas”.

A mostra está ligada à programação oficial do
Ano da França no Brasil e reúne trabalhos de seis fotógrafos franceses: Catherine Rebois, Eric Rondepierre, Jean-Luc Moulène, Patrick Tosani, Suzanne Lafont e Valérie Jouve.

Patrick Tosani
e Catherine Rebois discutem a questão do corpo no universo da imagem - como enfrentar a presença da corporeidade num meio virtual por excelência, ou como inventar um corpo sem matéria, tão somente imagem e imaginação.


"Portrait double" - Patrick Tosani

Suzanne Lafont e Eric Rondepierre questionam a possibilidade da fotografia intervir sobre outros meios da cultura, re-propondo suas linguagens originais em outros termos. Ambos se alimentam do cinema como fonte. Rondepierre recorta, monta, estabiliza e modifica o fluxo do movimento no cinema. Suzanne Lafont constrói cenas dramáticas, em cliques fotográficos estáveis, mas com uma edição cinemática, ou seja, que se reporta à montagem tradicional dos filmes.

"Le site", de Eric Rondepierre

Jean-Luc Moulène e Valérie Jouve investigam a realidade banal da vida cotidiana, quer pela análise da vida nas grandes metrópoles - nos seus refugos ou nos seus luxos, quer nos produtos da publicidade, ou ainda no comportamento e expressões humanas do dia-a-dia anônimo e errático.

"Easy-Jet Girl (Berlin)", de Jean-Luc Moulène

Onde?
Santander Cultural
Rua Sete de Setembro, 1028 - Centro

Quando?
A partir de 24 de abril de 2009
Terça à sexta: das 10h às 19h
Sábados, domingos e feriados: das 11h às 19h


Entrada franca


Mais detalhes podem ser vistos no site do
Santander Cultural.
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segunda-feira, 20 de julho de 2009

20 imagens incríveis manipuladas com Photoshop

Esses dias eu falei aqui sobre a utilização do Photoshop para modificar fotografias. Dentre os comentários que foram deixados para o artigo, está o seguinte trecho: "Oi Ellen! Eu acredito que os editores devam ser usados nos seguintes casos: para trazer a imagem que se tem para o mais próximo da imagem real, caso se queira isso, já que uma câmera muitas vezes não capta as coisas como as enxegamos; ou para alcançar um objetivo impossível com a imagem que se tem ou que seja possível capturar, como por exemplo a artificialidade pode ser um objetivo!" (Cris)

Inspirei-me nesse comentário, e hoje convido vocês a viajar um pouco, deixar para trás a tradicional realidade. Para além das pequenas correções e ajustes, a foto-manipulação (como o próprio nome supõe) permite a utilização e combinação de vários elementos, partes de diferentes fotos, cujo objetivo é justamente criar imagens fantásticas e surreais. O site Digital Photography School fez uma seleção com várias fotografias manipuladas, e eu separei 20 delas para compartilhar com vocês. O resultado é realmente incrível!


"Little Fae" - Tara Naomi Boliek

"I am not a perfect man" - O O


"Day 144 - Little darling, it feels
like years since" - Miriness Photography


"The Last Angel" - WanderingSoul


"My dream is to fly" - Amalia Iuliana


"the loss of innocence" - Ana Fagarazzi


"Storm" - Lydia Marano


"DREAMING AGAIN" - METROFADER

"One With the Earth" - Day Seriani

"squid, seashell and crab" - Pawel Wewiorski

"The Whisper" - Neil Carey


"Untitled" - Sarolta Bán


"Everything inside never comes out right." - Karen Biggs


"Hope Springs Eternal" - PhotoDream


"Anatomy" - Lisa KC


"Corsairs from Sirocco" - Bartlomiej Jurkowski


"Limits" - Stephanie Bennett


"Dizzy crowd" - Martine Roch


"No One Wanted To Be Sued" - M Fortune


"Desperation" Josh Sommers

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terça-feira, 14 de julho de 2009

Fotografando animais de estimação

Seja qual for seu animalzinho de estimação, uma coisa é certa: ele sempre faz alguma coisa que deixa você com vontade de tirar uma foto.

Foto: ETTC

Pode ser um movimento inédito ou uma pose engraçada ao dormir: você corre para pegar a câmera e quando volta... já era. Ou então você até fotografa o que pretendia, mas sente como se não tivesse conseguido expressar através da lente toda a intensidade do momento.

Pois você não é o único a passar por isso! Neste artigo, vou analisar certos aspectos que influem diretamente no resultado da foto e propor algumas dicas simples para conseguir melhores retratos do seu bichinho.


> FOTOGENIA

Assim como algumas pessoas sempre saem bem nas fotos e outras não, o mesmo acontece com nossos pets. Eu realmente não fazia idéia disso até adotar minhas duas gatinhas. Uma delas sai bem em qualquer foto, simplesmente adora ser fotografada; já a outra, apesar de ser linda e delicada, acaba saindo meio estranha: com cara de assustada, fugindo, desfocada, mudando de posição... enfim: difícil mesmo.


Donna, minha gatinha-modelo: sai bem em todas as fotos


Já a Megan é tão tímida que só consegui
um retrato
razoável quando a cliquei dormindo

Se isso acontece com suas fotos também, talvez a culpa não seja sua: seu amigo pode não gostar muito de retratos. Para esclarecer a dúvida, tente fotografar outros animais e experimente as dicas abaixo.


> DESLIGUE O FLASH


Isso é mais do que comprovado: 99% dos animais não ficam muito felizes com um disparo de luz forte na cara! As probabilidades de seu amigo sair com cara de assustado, ou com aqueles terríveis olhos de zumbi-radioativo são enormes.

Procure fotografar seu pet sob luz natural, mas tome cuidado com a formação de sombras (como na foto da Megan, acima). Se isso não for possível, utilize luz artificial de lâmpadas ou lanternas, mas
evite ao máximo o uso do flash.


> O QUE FOCAR?

O foco vai direcionar a atenção de quem estiver contemplando a foto diretamente para o objeto/sujeito que você pretende destacar (veja aqui como ajustar o foco de sua câmera). Procure posicionar o foco sobre os olhos ou o focinho do seu amigo: você verá que o resultado será bem mais interessante.

Na foto ao lado, é o nariz do cachorro que está em foco (e não foi a primeira coisa que chamou sua atenção?)
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> PREENCHA O ENQUADRAMENTO

A menos que seu amigo esteja fazendo alguma coisa que o obrigue a incluir na cena outros elementos (um pano que está sendo arrastado, o inseto que ele está perseguindo, etc.), prefira preencher o enquadramento com seu pet.


Aproxime-se o máximo possivel do seu bichinho ou use o
zoom (o ótico, não o digital!) da sua câmera. Nas duas fotos acima, podemos ver exemplos de preenchimento de cena.


> INTERAJA


Quem disse que pessoas não podem sair nas fotos também? Se seu gato está dormindo no colo de sua namorada, aproveite a chance! Chegue perto o bastante para enquadrar os dois (nada de cortar a cabeça da namorada da foto!) e para ver qual é o melhor ângulo.

Ou convide alguém para brincar com seu bichinho e faça uma sessão fotográfica no gramado de sua casa. Qualquer forma de interação é bem-vinda!



> FIQUE AO NÍVEL DELE


É o detalhe que fará toda a diferença. Se você tirar fotos de cima para baixo, seu pet poderá parecer desengonçado e menor do que realmente é (como na foto ao lado, que é ótima para demonstrar o que não fazer ao fotografar pets).

Ajoelhe-se no chão, role no tapete da sala: você terá uma outra perspectiva, e poderá retratar seu bichinho com mais naturalidade.





> DICA DE SITE


Ao fazer a pesquisa de imagens para ilustrar este artigo, encontrei um site muito bom, dedicado exclusivamente a retratos de animais de estimação - o
Pet Portrait Artist. Para quem tem interesse no assunto, vale conferir.
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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Retratos do riso e da melancolia e cinema fantástico em Porto Alegre

A partir de hoje, começarei a divulgar aqui no blog algumas das exposições fotográficas que acontecem pelas cidades brasileiras. Por vezes, tais eventos não são suficientemente divulgados, e acabamos perdendo a chance de prestigiar exposições interessantes (e que geralmente chegam até nós por um preço beeem acessível).


Inauguro a seção falando sobre dois eventos que estão acontecendo aqui em Porto Alegre: a exposição fotográfica O Riso e a Melancolia e o V Fantaspoa.


> O RISO E A MELANCOLIA

Até o dia 26/07, serão exibidos
trabalhos em vídeo e fotografias de nomes como Yves Klein, Paul McCarthy, Thomas Hoepker, Terrence Koh, Martín Sastre, Guto Lacaz, Kátia Prates e Yoshua Okon. Muitos dos trabalhos que farão parte da mostra estarão sendo expostos pela primeira vez no Brasil.

Foto de Thomas Hoepker retratando o atentado
às Torres Gêmeas a partir do Brooklyn

Onde?

Usina do Gasômetro - Galerias Iberê Camargo (térreo) e Lunara (5º andar)

Av. Presidente João Goulart, 55

Quando?
De terça a domingo das 9h à 21h - até o dia 26/07


Mais informações sobre a exposição fotográfica podem ser vistas aqui e aqui, ou pelo telefone (51) 3212-5979.


> V FANTASPOA

E se você gosta de cinema, não deixe de conferir o V Fantaspoa (Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre), que acontece até o dia 19/07 em locais bem próximos à Usina do Gasômetro. Diariamente, vários filmes serão exibidos em diferentes locais no Centro da cidade.


Onde?
Cine Santander Cultural

Av. Sete de Setembro, 1028 - Praça da Alfândega

Cine Bancários

Rua General Câmara, 424

Sala Norberto Lubisco - CCMQ

Rua dos Andradas, 736 - ala oeste / térreo

Sala P.F. Gastal

Usina do Gasômetro - Av. Presidente João Goulart, 55


Quando?

De 03 a 19/07 - às 15h, 17h e 19h

Quanto?
R$4,00 para
todas as sessões em todas as salas

Para saber mais sobre o V Fantaspoa e ver a programação completa, acesse o site do evento ou o blog da sala de cinema P.F. Gastal.
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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Share Magazine

Há algum tempo atrás, eu falei para vocês sobre a revista eletrônica portuguesa Share Magazine (carinhosamente apelidada de ShareMag). Àquela época, a revista estava apenas na edição #01; mais de 25.000 pageviews depois, chega até nós a tão aguardada edição #02.

A ShareMag conta com a minha participação através do artigo
"O Movimento Inverso (na passagem analógica para digital)" - páginas 4 e 5.

A nova edição da revista está ainda mais ousada e surpreendente: deu vontade de ler todos os artigos no momento em que comecei a folheá-la. Destaco especialmente os portfólios de Virgílio Ferreira, "Daily Pilgrins", e Ana Pereira, "Garbage Stories".


O princípio da ShareMag é a liberdade total de que dispõem seus colaboradores quanto a publicação dos artigos. O diretor da revista, José Carlos Marques, deve ser parabenizado por tal mérito e pela notável dedicação à publicação, que na minha opinião é simplesmente impecável.


Meu artigo, publicado nas páginas 4 e 5


> Para conferir na íntegra a edição #02 da ShareMag, clique aqui.
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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Ajustando o foco da sua câmera

Nas câmeras compactas, o processo de ajuste do foco é totalmente automatizado. Na frente do corpo da câmera existe um dispositivo que emite raios de luz infravermelha; eles batem no objeto focalizado e voltam para um sensor localizado logo abaixo do emissor infravermelho. Com base nos reflexos, a máquina calcula a distância do objeto e ajusta o foco de maneira adequada.

Imagem: Coding Alone

Mas então, como conseguir um efeito similar ao da imagem acima? Ou como destacar algo em uma cena que possui vários objetos diferentes, posicionados a distâncias variadas?


>
O QUE FAZER

Certas câmeras permitem alguns ajustes manuais no que se refere à distância focal; na minha Sony DSC W-120, dá para selecionar as seguintes opções:
  • Multi AF: distribui o ajuste do foco pela cena inteira, de acordo com 9 pontos de medição
  • AF central: focaliza a parte central da cena, que fica entre [ ]
  • AF spot: baseia o foco num pequeno ponto da cena
  • 0.5, 1.0, 3.0, 7.0 metros: o foco é ajustado de acordo com a distância em metros do objeto a ser fotografado
  • : focaliza o infinito (ideal para utilizar em fotos de paisagens com objetos interessantes posicionados a uma distância muito grande)
Claro que não será possível desfocar completamente o fundo como na foto acima - até porque esse efeito só é possível com uma D-SLR; mas você poderá evidenciar o objeto que desejar (e não aquilo que a câmera determinar).


> UM PEQUENO TRUQUE

Digamos que seu sobrinho tenha vindo visitá-lo por uns dias e conhecer melhor a cidade em que você mora. Você o levará para passear e, já que tem uma câmera, vai querer tirar algumas fotos para guardar como lembrança.

Em certa altura do passeio, você decide fotografá-lo próximo a um grande monumento ou edifício. Observe o exemplo abaixo: a escadaria e o resto do cenário ocupam a maior parte do enquadramento - e devido ao ajuste automático feito pela câmera, a pessoa retratada ficou desfocada, quase irreconhecível.


Foto: Vinil Filmes

Como garantir que tanto seu sobrinho como o monumento fiquem nítidos na foto? Enquadre seu sobrinho de forma que fique entre os [ ], pressione o botão disparador até a metade e segure; feito isso, emoldure a foto do jeito que você desejar.

Esta dica vale para qualquer objeto que você queira deixar nítido: o inseto da primeira foto, um carro em movimento, uma pessoa em meio a varias outras, etc.
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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Dicas de fotografia para iniciantes*

Você é relativamente novo na fotografia e gostaria de fazer suas fotos terem mais qualidade? Então, sem entrar em detalhes técnicos por enquanto, siga algumas dicas que poderão lhe ajudar!


Não é preciso ter um equipamento de ponta para conseguir boas imagens . Tudo o que você precisa é saber como extrair o melhor do equipamento que tem. Então, aqui vão algumas dicas para começar:

- Nunca use o zoom digital. Desligue-o se você puder.

- Balanço de Branco (WB - White Balance): especialmente quando você estiver tirando fotos em ambientes internos, tente ajustar você mesmo o WB em sua câmera.

- Inicialmente, não use o flash de sua câmera, a não ser em casos que você precise fotografar em condições de pouca luz e não consiga fotos nítidas sem o auxílio do flash. Com a prática, você encontrará certas situações em que o uso do flash poderá corrigir algumas falhas.


> O QUE VOCÊ ESTÁ FOTOGRAFANDO?

A primeira coisa que você pode se perguntar é: o que eu quero fotografar?

Se encontrar algo que você ache interessante ou bonito, pergunte-se: o que isso tem para que eu o veja dessa maneira? Por exemplo, caso o assunto em questão seja uma paisagem, observe o seguinte: tem alguma árvore que chama a atenção de seus olhos, um lago, ou as montanhas no horizonte? Ou tudo isso?

Pensar dessa forma ajuda a identificar os elementos-chave que você deseja capturar. Agora, tente preencher sua foto com esses elementos, eliminando todos os elementos desnecessários (que servem apenas para distrair o observador do assunto principal).

Vamos supor que você esteja fotografando uma pessoa. Tenha certeza que você está perto o bastante para vê-la claramente, e preste atenção ao fundo... você realmente quer que aquela cadeira apareça? Há alguma coisa chamando muita atenção na composição? Se você mudar de posição ou de ângulo, talvez consiga deixar de fora esses objetos indesejáveis.


> FONTE DE LUZ

A seguir, considere sua fonte de luz. Tenha em mente que, a menos que você queira fotografar uma silhueta, terá quase sempre os melhores resultados se a fonte de luz estiver posicionada atrás de você.

Outro aspecto a levar em conta são as sombras. Observe atentamente a pessoa que você está fotografando, para ver se se formam sombras em seu rosto. Caso isso aconteça, tente posicionar a pessoa de forma diferente.


> FOCO

Para ter certeza que seu assunto principal está sempre bem focalizado, deixe sua câmera em pré-foco antes de tirar a foto.

Mas como se consegue isso? Na maioria das câmeras, basta pressionar o botão disparador até a metade e esperar até a câmera ajustar o foco. Feito isso, pressione o botão até o final para registrar a foto.


* Artigo postado pelo Érico, do blog Nerds da Távola Redonda.

Fonte

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